opcional

Gostaria de escrever, só para desabafar para mim mesma talvez, sobre uma coisa que tenho percebido que acontece comigo constantemente, mas que só observei quando vi duas ou três pessoas agirem dessa forma (o mal de olhar o argueiro do irmão primeiro). 

Sabe, debaixo da vontade soberana de Deus, tudo é opcional. Não é questão de livre-arbítrio ou predestinação (mais uma vez repito que não vou discutir este tema aqui neste espaço livre… kkk), o que passa é que já tem uns bons dois anos que tenho passado por reformulações. Ainda não cheguei lá, estou longe longe de ser perfeita, mas passei por coisas importantes na minha vida. Antes eu dava o máximo de valor para as coisas que não tinham o mínimo. E vice-versa. Por exemplo, antes, se você expressasse uma idéia para mim e me desse base e tudo o mais, eu começava a acreditar naquilo com unhas e dentes, virava mais do que uma convicção. Meses depois, as coisas mudavam e eu, rígida como sou (defeito em curso retroativo) não conseguia me adaptar as novas teorias e métodos e conceitos e enfim. O que passa é que finalmente consegui formular uma teoria que pretendo por em prática. Talvez você já até tenha observado isso na sua própria vida, mas eu, tardiamente, só vi agora. Na verdade não é uma teoria só, é um conjunto de coisas. 

  • Você nunca será bom o suficiente para o que alguém espera. 
  • Sempre haverá alguém que sabe mais do que você.
  • Nunca menospreze um conceito, idéia, pensamento, teoria, porque você não sabe quando mudará sua mente.
  • Se cuspir (com C e U) para o alto, cairá na sua testa.
  • Não dê valor a quem não te dá valor.
  • Ame sem esperar nada em troca.
  • Você vai decepcionar as pessoas.
  • Não é só porque você tem que você pode.
  • Não adianta, somos humanos, recomeçar faz parte. 
  • Então, viva a sua fé em Deus, busque intimidade com o criador e aproxime-se dEle. 
  • Para os homens você é descartável, para Deus não.
  • A sua vida é da sua conta, você pagará por ela. Ninguém está tão preocupado assim com ela como deveria. Ou poderia. Ou pareceria. Ou sei lá. No final, é um problema seu. 

 

Por enquanto está sendo isso. Na verdade este pensamento veio porque já observei pessoas sendo taxativas em muitas coisas e depois enchendo a cara de vergonha porque tiveram que agir de acordo com o que pregavam ser errado. Desde a época que entrei na loucura de ler filósofos (e carregarei isso para o resto da vida como refugo), percebi que as crenças humanas sempre são falhas. Convicções que não estão fundamentadas em valores sobrenaturais máximos: como Deus (o único que conheço) sempre caem em contradição e o homem precisa inventar outros métodos. 

A grande questão é de fato o jogo de cintura. Que não temos. Que eu não tenho. Jogo de cintura para aceitar que eu estou, na grande maioria das vezes, errada. E que uma idéia, é apenas uma idéia. Sou livre para aceitá-la ou não. 

 

optemos

 

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