mate a besta

“Há guerra no céu pelo reino

Há guerra em mim pelo reino 

Hoje vai ter que morrer

Tudo o que não for da natureza do Filho”

Diante desta “poética canção”, gostaria de ter uns momentinhos de reflexão sobre mortificação da carne. Sabe, como é complicado deixar de ser guiado por si mesmo e passar a deixar que as cordas da sua vida sejam afinadas por quem realmente sabe tocar. Ouvi hoje que na verdade nada é tão complicado e que é bom e prazeiroso, mas devemos admitir que exige uma certa dose de esforço de nossa parte até que as coisas comecem a se tornar boas e naturais… Nem que seja abrir o coração, o que já demanda grande parte de esforço e calorias dispensadas.

Abrir mão do seu direito, inclusive de pensamento do que julga ser certo requer de cada um de nós uma grande coragem para matar os princípios mais íntimos e deixar que outros mais altos, vindos do céu o engulam, para então formar um caráter aperfeiçoado.

Não é fácil e ninguém nunca disse que seria. Como digo sempre e não me canso de dizer: Somos falíveis, visíveis, desprezíveis e chatos. Somos seres que necessitam de que algo maior venha e nos resgate de nós mesmos. Somos pessoas que não podem caminhar sozinhas senão são entregues aos seus próprios deleites. E você, caríssimo leitor, poderia me perguntar: Ora, mas o que há de mal em seguir meus impulsos?

O que há de mau? Nada… É até delicioso, mas o fim disso é morte e o caminho é de total futilidade. Não o levará a lugar algum. Os seus desejos e pensamentos mais ocultos, está bem, está bem, os meus desejos e pensamentos mais ocultos não tem nada em comum com a santidade e divindade de Deus e, se for para viver somente nesta vida estará excelente. Mas minha alma tem anseio do que vem depois. Esse é o grande questionamento da humanidade. O depois é a incógnita. Somos movidos por isso. Você pode dizer que não porque está cegado vivendo o dia de hoje intensamente como se não houvesse amanhã (quem disse esta frase ~hoje não tem nem o HOJE). Mas vivemos ansiando pelo que vem depois e eu, sinceramente, não quero acabar o meu depois sendo rejeitada. A dor da rejeição em vida já dói demais, imagina na morte. Imagina…

Por isso precisamos treinar e executar a mortificação da carnalidade em nós. Isso se você quer ser um cristão. Isso se eu quero mesmo  ser cristã. Não é porque eu frequento a igreja ou faço uma “missão’ que não preciso de mais nenhum esforço. A caminhada está apenas começando e sempre há lugar para mais um nesta estrada… Reflita hoje… Mortificação… Para dar um “norte”: Leia Colossenses.

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