Desperta Débora

Sabe, os dias tem sido mais longos aqui, por dentro e por fora, e mais densos também, porém mais descansados. Estou sentindo alívio porque apesar de ser responsável por todos os meus atos conscientes e inconscientes, as intenções de querer acertas estão superando os erros, e graças a Deus. Não tenho como descrever todas as coisas que tem acontecido na minha vida neste período de grande transformação que nem os mais íntimos, se há algum, conseguirá observar, mas eu sei, o que tem transitado bem aqui, bem aqui dentro. 

Resolvi postar, e tenho tido uns acessos maravilhosos de escrita… Podem não ser qualitativamente maravilhoso para o leitor, mas para mim tem sido libertador… E o que dá para postar, coloco aqui para ver se alguém é beneficiado com o que também eu tenho sido agraciada. Bom, sem mais delongas… Tenho lido mais as opiniões das pessoas de carne e osso. Ouvir ainda é difícil, mas ler está sendo bom… dois olhos, dois ouvidos… acho que ainda estou conseguindo equilibrar bem, desde que seja falar menos a resultante da operação. E enfim, buscando uns blogs de gente legal, achei este (www.apenas1.wordpress.com) de um cristão chamado Maurício Zagari… Então, logo no início ele começa falando de um Congresso que sempre ouvi falar e nunca havia me interessado: o Desperta Debora, mas além do congresso, ele divulgou um projeto chamado Mães da Sé. Este projeto busca encontrar ou reconhecer filhos perdidos, vivos ou mortos, para suas Mães. Você pode ver o post sobre o Mães da Sé neste link: http://apenas1.wordpress.com/2012/04/29/a-mulher-que-me-fez-chorar/;

 Diante do drama expressado, uma frase me chamou atenção e me impulsionou a escrever aqui, saindo um pouco do meu “estilo”:

Aprendi a valorizar cada  minuto que a vida me dá, pois ele é único: sendo bom ou ruim, jamais haverá outro igual. Por isso nunca penso naquilo que acabou, mas sim naquilo que valeu a pena enquanto durou.

Reclamamos tanto. Diante do drama desta mulher e de tantas outras, pensei e lembrei de tantas bobices que passamos aqui neste país e que levamos mais a sério do que se fosse a Terceira Guerra Mundial. Somos tão mal agradecidos com o que temos recebido. Está bem, está bem, não vou falar mais em primeira do plural… Mas, eu sou tão mal agradecida. Deus me presenteou com uma vida, uma apenas para viver… E é assim que agradeço? Gasto tempo demais com preocupações tolas, coisas tolas e pessoas tolas. ToliceS. Gasto tempo pensando mais no meu futuro do que no meu presente. Gasto tempo com saudades. Não que não seja bom sentir saudades, mas não vale a pena sofrer por isso. Cada dia aqui ou de sua vida aí ou acolá é um presente. Gasto tempo demais com mágoas. Hoje estou falando mais tranquila sobre isso, mas só Deus sabe quando me magoo com alguém… São dias. E noites. E meses. Enfim. Não culpo quem vive assim, é normal. Acontece. Mas preciso contar com Deus para entender que não posso gastar tanto tempo na minha vida sem aproveita-la para glória dEle.

  • Tenho uma vida para cuidar e acho que me esqueço disso com facilidade. Uma pena

Por favor, se você aguentou ler até aqui… Vá até o blog que eu disse, aproveite seu tempo na internet. Leia um pouco de coisa útil. E dá uma passadinha no site do Mães da Sé (www.maesdase.org.br) e tente ajudar buscando reconhecer alguma dessas crianças e adolescentes. Reclamamos até que não fazemos nada… Taí uma bela oportunidade. 

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