a usurpadora

Estou com muitas saudades de escrever aqui, mas a começar pelas minhas idéias pessoais, estou evitando as mídias. Tenho ainda usado cinqüenta por cento de tudo o que eu tinha on line, mas já é um grande avançando alcançado nao utilizar algumas delas. Porém, escrever é algo que verdadeiramente liberta. Na verdade, para mim, qualquer atitude que me faça externalizar um sentimento já é bom. A maré, como sempre, anda cheia, e como o título deste blog, afterwhile eu conseguirei exprimir com todo o meu coração tudo o que ocorre nesta nação que se chama russia.

Dramas de lado, talvez para começar agora a sessão melodrama, venho através deste expor a situação mais constrangedora de todas: há uma impostora entre nós. Sim, ela vive e respira através de mim. Uma impostora com todas as postagens possíveis. Ela. Implacável. Numa das minhas sessões mais maledicentes de choro amargo, chorei para mim mesmo que era uma farsa. Alguém que decidiu aparecer através do campo missionário. Mas, ainda pior do que eu mesma poderia supor, não é apenas de uma farsante que estamos tratando, é de uma impostora mesmo. Uma usurpadora. Alguém que suga a vida verdadeira que deveria existir aqui.

Esta impostora tem sede e fome de reconhecimento. Ela nao suporta criticas, vindas a seu respeito claro, mas é a primeira a saber onde cada coisa deve estar. Ela nao consegue viver com pessoas que julga inferior e tem raiva quando é passada para traz. Sim, esta é a impostora que vive em mim, e muito provavelmente 80% dela esteja falando através deste post. Nao há mais controle sobre suas ações. Ela tomou conta de tudo. Ela deseja, deseja e deseja. Tudo gira em torno do que ela sempre quis. E até eu a ter desmascarado de vez, ela sempre conseguiu. Bom, ate agora. Mas sabe, que tem me dado um certo medo de solta-lá? Porque ela traz a segurança. O conforto. As pessoas tem medo dela. As pessoas sequer ousam olhar para ela quando ela cisma de se afetar por quase nada. Que poder de persuasão. Talvez ela mesma se engane que tenha tamanho poder, mas os seus efeitos são notados nos olhos silentes dos seus companheiros.

Ela, eu, nao importa: impostoras. Falsas, metidas e mentirosas. Vivendo um evangelho maltrapilho. Que ela mesma criou para o seu conforto e beneficio.

Ainda nao sei como farei, mas sei como se faz. Descobri uma forma de extermina-lá: só a morte! Ela precisa morrer, assim como Veronica e Joana… ( se alguém entender o trocadilho ). Mas para isso, ela tem que decidir isso. Esta noite, então, caro leitor, presenciarás o nao término de um texto de alguém péssimo em conclusões, devido ao fato do suicídio da principal escritora….

#aff (continua com a Rutinha).

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s